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Visto de cima - Concentrador Solar Gemasolar em Sevilha

por Mäyjo, em 13.06.18

Gemasolar_Thermosolar_Plant_reduced.jpg

O Concentrador Solar Gemasolar em Sevilha, Espanha, têm 2650 espelhos heliostáticos que concentram a energia térmica do sol para aquecer o sal derretido que flui através de uma torre central de 140 metros.

O sal fundido circula então da torre para um tanque de armazenamento, onde é usado para produzir vapor e gerar eletricidade.

No total, a instalação substitui aproximadamente 30000 toneladas de emissões de dióxido de carbono por ano.

 

Fonte da imagem: DigitalGlobe

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publicado às 20:03

OS 33 PAÍSES QUE TERÃO FALTA DE ÁGUA EM 2040

por Mäyjo, em 28.06.17

seca california_SAPO

A Espanha é um dos 33 países que terão escassez de água já em 2040, à medida que as alterações climáticas alteram os padrões tradicionais da chuva e o aumento populacional pressiona os recursos naturais sensíveis: como a água.

 

Segundo a análise da organização sem fins lucrativos World Resources Institute (WRI), publicada na Vice, um quinto dos países do globo – trinta e três – passarão por grandes dificuldades para conseguir ter água potável já dentro de 25 anos.

Na Europa, Espanha, Grécia, São Marino, Macedónia, Arménia, Turquia são os países mais pressionados. A região mais vulnerável, porém, é o Médio Oriente, uma vez que 14 dos 33 países da lista são desta região. Em nove deles, a seca será extrema: Bahrain, Kuwait, Palestina, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Israel, Arábia Saudita, Omã e Líbano.”

“A região tem desafios excepcionais ligados à gestão da água num futuro breve”, explica o relatório.

Entre os países que também correm perigo de seca estão os Estados Unidos (na foto, a seca na Califórnia), China ou Índia. No entanto, eles não fazem parte da lista, tal como acontece com a Austrália, Indonésia, Filipinas, Mongólia, Namíbia, África do Sul, Botswana, Peru, Chile e vários países do norte de África.

 

Foto: bluesbby / Creative Commons

falta de agua_

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publicado às 12:30

A praia que todos os anos é invadida por algas

por Mäyjo, em 15.06.17

CHINA/OS VERANEANTES CHINESES QUE FREQUENTAM UMA PRAIA DE ALGAS

 

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publicado às 11:15

COMO PORTO RICO GERIU A SECA EXTREMA

por Mäyjo, em 09.06.17

puerto rico_SAPO

Em maio de 2015, o Governo de Porto Rico começou a racionar a água na zona mais populosa da ilha, no lado leste, algo inédito nos últimos 20 anos. Carraizo, a maior reserva da ilha e que serve parte de San Juan, a capital, decresceu 5,4 metros nos últimos meses, pelo que, para a maioria dos 160.000 habitantes e negócios da ilha, a água é desligada durante 48 horas, reposta por outras 24 horas, e assim sucessivamente. “As pessoas ficam loucas para armazenar água”, escreveu o The New York Times.

 

Segundo Alberto Lázaro, presidente-executivo do Aqueduto de Porto Rico e da entidade que gere os esgotos, este é o “maior plano de racionamento que alguma vez” a ilha teve. “Tem chovido, mas a chuva que deveria cair na costa leste está a cair na costa oeste”.

Esta seca não recebeu tanta atenção como a da Califórnia e outros estados no Norte dos EUA. Ou mesmo com a seca que assolou, São Paulo e outras cidades brasileiras. Mas ela foi real e deveu-se ao El Niño, um padrão climatérico que afetou outros estados das Caraíbas, como Cuba e a República Dominicana.

Foi em Porto Rico, porém, que a seca mais preocupou – havia reservas com apenas 30 dias de água disponível. Para além de pôr em causa a sustentabilidade financeira da empresa que gere as águas do país e o abastecimento de água para as famílias e negócios, a seca atormentou os agricultores, que não conseguiam alimentar os seus animais e adiaram a plantação de vegetais. Na reserva de La Plata, por outro lado, milhares de sardinhas morreram por falta de oxigénio.

Curiosamente, o turismo não foi afetado pela seca: a maioria dos resorts da ilha é servida por um supertubo que puxa a água de um sistema separado, instalado no centro da ilha.

Como a seca mudou os comportamentos

Quando o aqueduto libertava a água durante 24 horas, explicou o NYT, começava o lufa-lufa: panelas, tachos, baldes, garrafas, potes e até latas de lixo eram usados para colocar água; os pratos das refeições eram lavados, os banhos tomados e toda a família se preparava para mais 48 horas sem água.

“A necessidade é a mãe da invenção”, explicou Carli Davila, de 39 anos e que vive perto da Universidade de Porto Rico, em San Juan. “É como em Cuba. Quando nos faltam coisas, quando há escassez, temos de usar o nosso lado criativo.”

Esta escassez de água foi importante para que a população percebesse não só a importância de ela existir sem cortes mas também a necessidade de a poupar. “Percebemos quanta água gastamos e com quanta água podemos viver”, concluiu Davila.

Foto: Breezy Baldwin / Creative Commons

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publicado às 22:59

AS CURIOSIDADES DO CICLO URBANO DA ÁGUA

por Mäyjo, em 09.06.17

ETAR guia

O ciclo urbano da água – por outras palavras, como é que a água chega até às nossas casas e o que lhe acontece quando delas sai – pelo cano abaixo, entenda-se, é um processo complexo.

Ainda assim, tem algumas curiosidades que a Águas de Portugal (AdP), que gere grande parte destas infraestruturas no nosso país, coloca no seu site.

MEIO HÍDRICO

A maior parte da água captada pelo grupo AdP é proveniente de captações superficiais

No conjunto das empresas de abastecimento de água do grupo AdP estão em exploração 935 captações de água

Da água captada em infraestruturas do grupo AdP e que, após tratamento, é disponibilizada para consumo, cerca de 93% é reposta no meio hídrico. Antes, ela recebe tratamento adeuado nas ETAR (Estação de Tratamento de Águas Residuais), que garante a devolução em condições ambientalmente seguras

ETA

Existem 150 Estações de Tratamento de Água (ETA) no universo do grupo AdP

Em 2014, foram produzidos 573 milhões de m3 de água para consumo humano

Veja alguns exemplos de ETA em Portugal.

ETAR

Existem 953 Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) no universo do grupo AdP

Em 2014, foram tratadas 547 milhões de m3 de águas residuais

Em 2014, foram reutilizadas 6,3 milhões de m3 de águas residuais

Em 2014, foram cedidas ou vendidas 1,1 milhões de m3 de águas residuais

Em 2014 foram reutilizadas internamente 5,2 milhões de m3 de águas residuais

Veja alguns exemplos de ETAR em Portugal.

 

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publicado às 22:55

7 DICAS PARA APRECIAR A ÁGUA DA TORNEIRA

por Mäyjo, em 04.06.17

torneira_SAPO

O título deste artigo pode parecer estranho – afinal, beber água não tem nada de extraordinário. Pelo menos em Portugal, onde ela é de boa qualidade: basta pegar num copo, abrir a torneira e beber calmamente.

 

No entanto, a água pode apresentar, ocasionalmente, sabor e cheiro, devido a diversos factores como a presença de cloro usado na desinfecção da água ou deficiente manutenção das redes prediais e canalizações domiciliárias, incluindo torneiras.

Segundo explica a Águas de Portugal, o sabor da água depende também da sua composição em sais – o cálcio e o magnésio, por exemplo. Para melhorar o sabor e o cheiro da água, fique com sete dicas simples e que contribuirão, certamente, para se sentir mais saciado ao bebê-la.

SETE DICAS PARA BEBER ÁGUA

1.No tempo quente, a água pode aumentar a sua temperatura, caso as redes de distribuição ou prediais estiverem expostas ao calor. Antes de beber, deixe correr um pouco para refrescar a água.

2.Quanto mais fresca a água estiver, melhor sabe. Manter a água no frigorífico, de preferência num recipiente tapado, ajuda a melhorar o sabor e a sensação de frescura.

3.As garrafas e recipientes utilizados para servir água (jarros ou termos) devem ser lavados frequentemente, podendo usar-se um pouco de vinagre ou sal. Em seguida enxague bem.

4.Mude regularmente a água dos cubos de gelo. Se permanecerem muito tempo sem utilização é preferível eliminá-los, porque adquirem os sabores dos alimentos armazenados no congelador.

5.Não utilize a água quente da torneira para fazer chá ou café. É preferível ferver a água fria para estas utilizações, eliminando o sabor desagradável do cloro.

6.Nos frigoríficos com depósito de água e fabrico de gelo, o circuito de água exige cuidados especiais e deve ser lavado frequentemente.

7.Após ausência prolongada de casa – nas férias, por exemplo – deixe a água correr um pouco antes de a utilizar para beber ou cozinhar.

 

Foto: Senado Federal / Creative Commons

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publicado às 22:41

GOVERNO APROVA NOVO PROGRAMA NACIONAL DE TURISMO DE NATUREZA

por Mäyjo, em 02.06.17

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O Governo aprovou um novo Programa Nacional de Turismo de Natureza (PNTN) para substituir o de 1998, um documento que procura promover uma “maior disseminação” desta área turística em “estreita articulação com os objectivos da marca Natural.PT”.

 

De acordo com o Observador, que cita a resolução do Conselho de Ministros publicada hoje em Diário da República, o novo PNTN tem como objectivo principal a “promoção e afirmação dos valores e potencialidades” através de produtos e serviços “inovadores e sustentáveis”, quer a nível natural, quer a nível de desenvolvimento local e património cultural.

Criado em Agosto de 1998, o anterior PNTN tinha aplicação limitada às áreas protegidas, no âmbito do quadro comunitário de apoio 2000-2006 e do Sistema de Incentivos a Produtos Turísticos de Vocação Estratégica (SIVETUR).

Segundo a introdução do diploma, este plano “está parcialmente executado nas medidas que se propunha implementar e desatualizado”.

O novo diploma surgiu na sequência da evolução do enquadramento legal aplicável e do Sistema Nacional de Áreas Classificadas (SNAC), onde o “turismo deve ser sustentável a longo prazo”.

Para áreas do SNAC foi criada a marca Natural.PT, que passou a diferenciar “uma rede de produtos, serviços e destinos sustentáveis de excelência”.

O novo PNTN funciona na “dependência dos membros do Governo responsáveis pelas áreas do turismo e da conservação da natureza, em estreita articulação com os responsáveis pela área do património cultural”.

O acompanhamento e a monitorização de execução do PNTN são desenvolvidos por um grupo de trabalho, que deve apresentar um relatório anual até ao dia 15 de Fevereiro do ano seguinte.

Foto: São Miguel, Açores, por Anna / Creative Commons

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publicado às 22:37

Califórnia: a tempestade depois da seca

por Mäyjo, em 01.06.17

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A ironia tem destas coisas. Nos últimos anos, a Califórnia passou – e continua a passar – por uma das mais violentas secas que alguma região passou no globo terrestre. Porém, o ciclone tropical Dolores, em julho de 2015, originou uma tempestade que foi descrita como “histórica” e que – e aqui está a ironia – ocorreu no mês do ano que menos chove, julho.

 

Uma segunda ironia, esta esperada, diz-nos que a chuva acabou por originar um cenário caótico no estado norte-americano: desde inundações a quebras de energia para 10.000 pessoas, até ao colapso de uma ponte.

Segundo o Mic, a equipa de basebol Los Angeles Angels teve de adiar o seu jogo devido à chuva, algo que nunca aconteceu nos últimos 20 anos. Paralelamente, a chuva do fim de semana bateu recordes de precipitação para julho das cidades de San Diego e Los Angeles.

Na costa, mais de 115 quilómetros de praias foram fechadas e a chuvada até deu para apagar a maioria de um fogo florestal que os bombeiros estavam a tentar apagar, a custo.

A tempestade não ajudou a repor toda a água que a Califórnia precisava para os meses seguintes, nem acabaou com a seca extrema que já durava há mais de um ano, mas foi uma boa notícia para os cidadãos californianos. E, apesar dos danos em várias infraestruturas, casas e automóveis, ela foi e será sempre bem-vinda – assim traga chuva.

Fotos: Mic e Chief Geoff Pemberton/CAL FIRE/Riverside County Fire via AP

 

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publicado às 22:32

MINAS DE URÂNIO DE ÁZERE VÃO SER FINALMENTE RECUPERADAS

por Mäyjo, em 18.02.17

minas-de-uranio

A recuperação ambiental das antigas minas de urânio de Ázere está anunciada para 2017. Esta é uma antiga pretensão dos municípios circundantes, uma vez que no estado de degradação em que se encontram, as minas constituem uma preocupante fonte de comunicação.

 

A notícia da recuperação ambiental das Minas de Urânio de Ázere, antiga área mineira do Mondego Sul, foi avançada pelo presidente da Câmara Municipal de Tábua, Mário Loureiro. O autarca revelou que esta medida foi indicada pelo secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, como uma prioridade.

“Esta recuperação vem de encontro às inúmeras diligências efectuadas pelo município, pela União de Freguesias de Ázere e Covelo, pela IPSS ACUREDEPA, assim como outras entidades locais, que vêm assim concretizada a sua vontade de colmatar os efeitos negativos provenientes desta área mineira, que trazem consequências nefastas, não só ao concelho de Tábua, como aos concelhos limítrofes”, referiu a autarquia de Tábua.

As minas do Mondego Sul encontram-se encerradas desde 1988, data a partir da qual se mantiveram a céu aberto. O risco de contaminação do meio ambiente por partículas radioactivas através dos resíduos provenientes dos escombros das águas e areias foi identificado por diversas entidades, nomeadamente por elementos do partido Os Verdes, que visitaram as minas em 2014.

Foto: vi Creative Commons 

 

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publicado às 13:13

O Vietname desconhecido

por Mäyjo, em 15.01.17

vietname_aO VIETNAME QUE NÃO CONHECEMOS DOS GUIAS TURÍSTICOS 

 

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publicado às 18:05


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